ACERCA DA LEI DAS COMPENSAÇÕES SOB A ÓPTICA DIARREICA DO MEU MAIOR AMIGO

O meu maior amigo, em voz baixa, acabou agora mesmo―são cinco e pouco da manhã―de me acordar, pedindo-me que fosse com ele à rua fazer o que se calculará.
Isto de morar num sétimo andar e de ter amigos assim, também tem inconveniências. Mas compensa. Claro que é compensatório ver esta expressão de alegria, experimentada por nos vermos entendidos, por sabermos que alguém fala a nossa linguagem e corresponde ao quase nada de nada que lhe pedimos. É tão bom ter amigos bons. É tão bom ter bons amigos.
Isto de morar num sétimo andar e de ter amigos assim, também tem inconveniências. Mas compensa. Claro que é compensatório ver esta expressão de alegria, experimentada por nos vermos entendidos, por sabermos que alguém fala a nossa linguagem e corresponde ao quase nada de nada que lhe pedimos. É tão bom ter amigos bons. É tão bom ter bons amigos.
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